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Enteado de prefeito é preso suspeito de negociar gado furtado

Enteado de prefeito é preso suspeito de negociar gado furtado


Caso aconteceu na noite noite de terça-feira em uma propriedade rural de Rosário Oeste

Reprodução

Questionado, o suspeito confessou participação no esquema e negou que participou de crime

GUSTAVO CASTRO
DA REDAÇÃO

Dois homens foram presos na noite desta terça-feira (22) suspeitos em envolvimento no furto de pelo menos 130 cabeças de gado em Rosário Oeste (distante a 107 km de Cuiabá).

 

Um dos acusados é Luiz Felipe Gomes de Arruda, de 28 anos, enteado do prefeito de Poconé, Tata Amaral (União). 

 

De acordo com o boletim de ocorrência da Polícia Militar, a prisão aconteceu por volta das 19h40. Uma denúncia anônima informava que Luíz Felipe estaria negociando a venda do gado, provavelmente proveniente de roubo.

 

De posse das informações, a PM foi ao pasto onde os animais estavam e constatou que estavam marcados com o nome do proprietário, um empresário de Rosário Oeste.

Próximo ao local, os militares encontraram um Nissan Versa e, ao indagar os ocupantes - entre eles Luiz Felipe -, viu que se tratava dos suspeito.

 

Os policiais ainda encontraram duas pistolas dentro do carro. Questionado sobre o gado, Luiz Felipe afirmou que estava negociando a venda dos animais desde quinta-feira passada. Ainda conforme o B.O., ele teria dito que sabia que se tratava de furto, mas negou que tenha participado do crime.

 

Luiz Felipe afirmou que sua função dentro do esquema era providenciar a venda e o transporte do gado e, posteriormente, repassar a parte do lucro para um outra pessoa, que realizava as transições dentro de um presídio.

 

Este, segundo Luiz, já teria feito o pagamento do frete e demais custos e, após a venda, pagaria a outra suspeita.

Luiz, então, deu o endereço da casa da mulher, no Residencial Jacarandá, em Várzea Grande. Lá, ela foi detida e também confessou a participação no crime.

 

Casal foi levado para a delegacia junto com os objetos apreendidos: duas pistolas, o Nissan Versa, um carregador, um Iphone 13, 15 munições intactas, dois coldres e R$ 575. Durante chechagem, foi verificado que uma das armas estava em nome da PM.

 

O caso será investigado pela Polícia Civil.